Estou para aqui eu a divagar a frente de um ecran e penso! "Alguém lê estas cenas?" Mas enquanto penso, derreto o meu cigarro que por mim foi feito.
"...Seria estranho saber o porque disto, mas mais estranho seria se isto não existi-se... É curioso que nada disto faça sentido, mas nem tudo tem ter o mesmo.
Ódio gratuito, um termo familiar.
Nomeadamente sem saber, assim o fiz. Fiz o que? Não faço ideia do que estou a falar, sou sincero... Mas garanto-vos que estou longe de fazer ideia. Têm-se passado os dias e eu cá vou ultrapassando aqueles dias a que chamam "maus". Tenho-me deparado com problemas que nem são meus, e penso, tantas chatices e dramas para que? É preciso isto tudo? Eu já me sinto cansado de novelas, não as vejo precisamente por isso, muito menos quero que me convidei para interpretar papeis ao qual a minha figurinha não se adapta. Deixando-me agora de queixinhas, eu sei bem o que aqui vim fazer. Vim dar a todos os bons ouvintes e não leitores, a feliz noticia de que ainda estou de pé. Cada vez mais as minhas estacas, no chão cravadas estão. A dias, e por horas tardias, tive e confesso, uma conversa bastante produtiva com um dos adversários mais e menos temíveis isto é, expus uma situação agradável a tua pessoa e desagradável a dela... Ups, acabei de denunciar o sexo do individuo ou (a). Ódio gratuito era a palavra desconhecida pela minha famosa e nobre pessoa, mas adicionei-a ao meu dicionário, de maneira a alargar o meu conhecimento verbal. Quase sempre e em muitas ocasiões a utilizei, mas não por esse termo, até que provocado fui... Sim penso que sim, o Fábio nunca gostou de ti, mas também nunca te faltou ao respeito nem coisa parecida. Sempre te teu aquela palmadinha nas costas de maneira a que não te engasga-ses. Atenção ficamos esclarecidos como adultos e não estou a fazer isto de maneira a provocar seja o que for, mas simplesmente apeteceu-me, e quando me apetece fazer seja o que for, eu não peço licença. Daqui para a frente prometo não julgar mais a tua pessoa e prometo ainda mais, que me esforçarei ao máximo para me reconciliar contigo. Até mais ver meu caro e doce rosto...
siga tu mission
Foi rápido! se foi...
Deixai-me ver se ainda me relembro de como se inicia um paragrafo de maneira original. Eu ai a tempos lembrei-me de algumas letras, citadas por um individuo meu amigo e não foi tarde nem cedo, ele acertou na mosca. "Puto, faz aquilo que é certo antes que te passes" e eu deixei andar um caso que já nem pernas tinha para isso... É claro que não consigo manter preso um "gajo" vinte e quatro horas por dia. Burro fui eu na hora, em que lhe ocultei os explosivos que tinha comigo, tal não era o peso da carga que tinha comigo que a carroçaria não aguentou e... Virou completamente a boneca. Passa-se tudo tão depressa! Naquele instante falei seriamente, fui educado e respeitei mesmo não sendo respeitado, segundos depois, já não sabia quem estava sequer a minha frente, que estranho. Fiquei nervoso, deu-me para gozar, falei alto e por cima e bruto em tudo o que disse, mas! Repleto de razão. Porque é que não me apresentas-te a moça? Porque essa ideia já ela tinha de ti.
Estou de volta, e não sei devido ao que.
Já se passou tanto, mas tanto tempo, e eu... Olha decidi voltar. Dei de caras com um monte de teias de aranha e pó bem espesso. Aquilo que tenho para contar, vou fazendo-o aos poucos, sem pressão, e sem me enervar sobretudo. Antes que alguém se lembre de cá aparecer, eu antecipo-me e respondo. Não venho sozinho e nunca o fiz só! Trago comigo um filha da puta de que tanto gosto. Estamos mesmo em 2013? Passou-me muito tempo... que feito incrível. Onde é que eu andei este tempo todo... E cá estou eu a divagar novamente. Agora resta-me remendar as cortinas, sacudir os tapetes, por óleo nas dobradiças e sentar-me no meu de canto e rabiscar aquilo que penso que sei...
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