O que sou eu sem confusão?

Fechado, fechado as sete chaves, assim me encontro diante de toda a tralha que para aqui anda, reparo nas veias que saídas estão, o que a meu ver é sinal de preocupação. Mas preocupação de que? Olha que rica questão, repleta de contusão. Ainda não foi a muito tempo, e eu "a minha pessoa", novamente a ser confrontada com certas e determinadas coisas das quais eu próprio evito. Olha que tema este... 

Sinceramente eu já me começo a fartar de faz isto e faz aquilo. EPÁ NÃO! Não te enerves por favor... Primeiro! Tu deixai-me discursar e usufruir do pouco tempo de antena a que tenho direito, e sem outro porquê, não te metas. O meu discurso meio exaltado não assusta nem intimida, pelo menos a mim e aquele outro que pensa mundos e fundos sobre mim. Eu anónimo assumido, faço tudo aquilo que tiver vontade de fazer, quando sentir que tem de ser feito e seja onde for. A minha cabeça traça milhares de rotações, mas eu vivo a menos de metade destas mesma, se me sinto calmo oiço algum contrario e se me encontrar calmo faço completamente o contrario. A irmã mais velha, a Horta, bombeia-me para dimensões diferentes as quais eu já me começo a habituar ao fim destes anos. Dimensões estas que eu desconhecia e agora já conheço! É como viver no escuro, acabamos-nos por habituar a claridade da noite. Pode ser que eu possa vir a ser mais detalhado num futuro mais próximo...



Uma terceira visão...

Que, mas que aborrecimento... São insónias, são delírios e martírios... O menino ta-se sempre a queixar fogo!. Crava-te em casa e não saías a rua com cara de anjinho, que disso tu não tens nada! Deixa o português correcto para quem sabe, e fecha-te nesse reles pensamento em que todos gostam de ti e te adoram. Já chega te publicidade e propaganda, deixa as coisas fáceis para quem sabe pouco, assume o teu posto de comando ao qual nem promovido foste. É sabes que mais... Esquece todas aquelas pessoas de quem pensas-te bem, eu estou farto de te ver levar palmadinhas nas costas, caso não as queiras esquecer eu próprio trato disso, pois estou um bocado cansado de me deitar cá fora. Os assuntos alheios não são para ti, muito menos para mim, primeiro tu depois o resto! Mas sabes, admiro imenso a maneira como tu apagas-te tudo aquilo que viveste a uns messes atrás .. A "mutua" felicidade agora passa-te um pouco ao lado, mas não quer dizer que não precises dela mesma. Agora pegas-te a quem a ti se pega, e pouco mais fazes, afinal de contas a primavera a nós, não nos trouxe borboletas. 

Deixai-me andar que ainda tenho pernas...