Fechado, fechado as sete chaves, assim me encontro diante de toda a tralha que para aqui anda, reparo nas veias que saídas estão, o que a meu ver é sinal de preocupação. Mas preocupação de que? Olha que rica questão, repleta de contusão. Ainda não foi a muito tempo, e eu "a minha pessoa", novamente a ser confrontada com certas e determinadas coisas das quais eu próprio evito. Olha que tema este...
Sinceramente eu já me começo a fartar de faz isto e faz aquilo. EPÁ NÃO! Não te enerves por favor... Primeiro! Tu deixai-me discursar e usufruir do pouco tempo de antena a que tenho direito, e sem outro porquê, não te metas. O meu discurso meio exaltado não assusta nem intimida, pelo menos a mim e aquele outro que pensa mundos e fundos sobre mim. Eu anónimo assumido, faço tudo aquilo que tiver vontade de fazer, quando sentir que tem de ser feito e seja onde for. A minha cabeça traça milhares de rotações, mas eu vivo a menos de metade destas mesma, se me sinto calmo oiço algum contrario e se me encontrar calmo faço completamente o contrario. A irmã mais velha, a Horta, bombeia-me para dimensões diferentes as quais eu já me começo a habituar ao fim destes anos. Dimensões estas que eu desconhecia e agora já conheço! É como viver no escuro, acabamos-nos por habituar a claridade da noite. Pode ser que eu possa vir a ser mais detalhado num futuro mais próximo...