Dia 16/04/2011

Ser ou não ser... ter ou não ter... confuso... não, quer dizer sim... baralho-me com o tempo... baralho nada... nunca estive tão lúcido... não o faço "isto" sem um porque... mas já faz parte de mim... ou nós como queiram... detesto ser olhado como nós... mas a quem adore chamar por mim assim...nada perdemos em tentar arriscar... mas também pouco ganhamos... não dará para passar de um simples psicólogo... é muito provável que tudo isto seja verdade... não ganharia nada em mentir a mim mesmo... escrevo sem limites e pontos e pontos surgem como sempre... conseguiria eu escrever sem pontos? não mesmo... teria que me adiantar na conversa e as vezes é preferível que isso não aconteça... as cabecinhas não são todas iguais graças aos pais e as mães, uns não percebem coisas simples, outras só percebem a complexidade, e outros nada percebem... coitados... prometo que de hoje em diante, não me vou chatear muito mais... acalmei, e não devo reagir a provocações... posso dizer que me sinto... digo isto também por ele...

Pisar terrenos movediços, dá e cria problemas... aos quais nunca vais saber ao certo se a tua casa lá construída ficará segura... se a própria pessoa a viver lá fica em segurança... isto porque é mesmo assim que tudo funciona... nunca nos dão certezas, mas incertezas chovem com certeza... hoje confio nele... ele não sei em quem confia... mas ponho as mãos na agua, que no fogo queima em como ele nem nele próprio confia...

Já me senti assim antes, a muito antes atras... retrocedo no sonho e penso... já passou? acorda por amor de Deus... que sonho que quê! infelizmente e felizmente é tudo verdade... não é sonho mas sim o oposto...

Estou constantemente a relatar, tudo, mas tudo o que me vai na cabeça... isto não é nada normal... mas também não é anormal... o que é ser normal? não sei, não quero saber e até teria raiva que de quem saiba... tenho um universo só meu, que poucos ou quase nenhuns conehecem, e não se dão ao trabalho de conhecer... não diria aborrecido, por não ter a felicidade do meu lado, mas massado com tudo isto sim...

Nunca tive jeito para despedidas, mas certamente esta não é uma delas... ainda não é esta...

O dia já foi... agora gozo a madrugada enquanto bloqueado estou... bloqueado no meu próprio vicio... vicio que me vicia... vicio bom... agua vejo... agua vi... que já não vejo... é cedo de mais para o sol nascer e cedo pra ele se levantar... assim me deixo, dos maus olhares... e me dirijo aos que me vão acordar...

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