Dia 14/04/2011

Lembrem-se é preciso muito, mas quando digo muito é muito mesmo, para me saltar a tampa... ou me tocam logo directamente na ferida, ou me moem-me o juízo regularmente, mas mesmo assim é difícil... longe de mim ter ficado chateado, é para o lado que durmo melhor... agora ele... tenho que lhe dar calmantes... eu aceito muita coisa, ele não... eu não fervo, ele ferve e nem precisa de agua...

Ele conhece por mim... mais tarde eu dou a cara... depois crio a confiança... somos os maiores mais tarde... abro o jogo todo, as vezes mais do que o que devia... até que um dia, arranja-mos o nosso dito vicio... sabem como acaba tudo muito rápido? somos prestáveis, servimos para tudo... depois quando chega a hora de dar um bico no cu! MAS NÃO! NÃO É ASSIM, USAREM E ABUSAREM DE NÓS? DE MIM? NUNCA NA VIDEIRA! EU E ELE FALAMOS MAL DO QUE? NUNCA NA VIDEIRA... EU FARIA TUDO, MAS TUDO MESMO PELAS COISAS QUE ELE GOSTA, ASSIM TENHO MOTIVOS PARA ISSO? DAS DUAS, UMA... OH FOI UM TESTE, NO QUAL DEU MAL RESULTADO, OU TINHAM MESMO UM OBJECTIVO... NEM ME VOU CHATEAR COM ISSO... acabou? será desta que metem na cabeça, que nem ele é um bicho, e que eu afinal sempre sinto qualquer coisa... mais cedo ou mais tarde isto acaba...

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