Completamente fora de mim... completamente ele presente... estou zen, mal me sinto e escrevo num local menos próprio, mas tenho necessidade de o fazer...
Em quem confias? nem em mim... sou a desconfiança em pessoa... carrego nojo de muito e amor de poucos... por mim falava a todos, já ele só fala a quem quer...
Olho para cima vejo tecto, há esquerda tenho a saída da caixa em que me meti... sinto-me preso? estou aprisionado por mim próprio há anos sem conta...
Não ponho a hipótese de vir cá fora, a não ser que exista um motivo muito forte...
Será que estou a acabar aquilo que não acabei a pouco? como sempre a escrever do nada! sem imaginação sem nada. E volto a ser interrompido... vejo coisas tristes, coisas alegres e não vejo nada... A que ligo eu? ele?
Nervoso? não... NERVOSOS... penso no ar que passa, no que nem os outros sonham de mim, no que sou, no que não sou, no que tenho, no que não tenho... ou em nada mesmo... apercebo-me de tudo e de nada, os fúteis presentes descobre-se-lhes muito rapidamente o que se lhes vai na cabeça...
Digo e repito quem gostar de ti, tem que nos aceitar a nós... complicada tarefa esta... Em que penso eu? não sei... Mas é algo... algo que me enche e vaza o pensamento, algo bom, o dito vicio, o vicio que me vicia e que me torna viciado...o que não mata machuca...
Tenho um pinheiro em frente que mal tinha reparado... um pinheiro que não me diz nada, mas por cima um céu que me diz tudo... tudo isto que tenho... que posso vir ou não a ter... Cabeça esta que pensa e pensa e torna a pensar, no que já foi pensado antes... porque? não sei... tanta pergunta para nenhuma resposta talvez credível... Adoro isto e detesto tanto e tão pouco... dizes tu que o conceito de amar e gostar e querer mesmo... Eu sublinho... DE QUEM GOSTAS? DE ALGUÉM RECENTE? sabem mais que ninguém que são raros os nomes que cito... a confiança ganha-se não se tem... Esse dia mais tarde ou mais cedo chegará... VAI CHEGAR! tem calma e não apareças derrepente, para que ninguém note a tua presença...
Eu fico-me pelo dia... tu aproveita a tarde... Eu vou cá estar, como sempre...
Veia sai, veia vem, não das dor mas arrepias. Lado esquerdo do ponto mais alto com muita sorte manda-nos desta para melhor... 17:39 e acaba assim... NÃO, NÃO ACABA! eu sei que nunca acaba, mas amanha talvez comece outra vez... O que deixo no ar é simples...
Será esta veia que faz de mim o que sou?
Grandioso !
ResponderEliminarOlha o que temos aqui :)
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