Vento este que me guia, que não me leva a raiva que assobia... raiva, sim, só não sei explicar de onde. Misturo-me na multidão evitando a solidão, protejo o meu olhar de males maliciosos deixo a amnésia passar devagarinho enquanto eu respiro o pó seco existente. Chorar de nada me serve, estou seco, o meu cato murchou...
O que esta a acontecer? ainda não é o fim do mundo, mas os primeiros pilares já cedem... que mais aí vem? não sei, apenas torturo a mente, tento ver se ela sente... se ela sentir pergunto-me a mim próprio se tenho motivos para sorrir! poderia ser muita coisa, mas não o sou, nasci e já vivi vinte anos, fui deitado ao chão e dividiram-me em dois... o falado e o acomodado... parece simples.
A memoria não me falha, foram algumas as vezes, em que para chegar aqui demorei muito, mas muito mesmo... culpa dele. Outras vezes fui frontal, não fatal. muitas vezes indirecto mas discreto. É bom perceber quase tudo e ver que alguns não percebem nada. Não me sinto mal, mas bem também não... como me sinto? capaz de lidar com a gente do costume, sem estravagar... OH NÃO! IMPEDE-ME! eu já não digo nada, vejo de dentro para fora, há quem me conheça eu sei disso, há quem pense que me conhece, mas só fala contigo, por isso, força, usa, abusa e manda fora.
Sinistro é ouvir de lado, "que estranho que ele é... quando o "ele" já pensou primeiro "ingénuo", acontece "n" e "n" vezes... aqueles que pensam em avaliar quando já o foram..." não tive o melhor, nem o pior dia... foi zen... deu apenas para reparar em algumas coisas, estas quais ficam no ar! vim cá para fora, fiquei como gosto! calado, depois dei as honras da casa a ele, lá animou o que havia ou não para animar, mas não muito.
Choveu lá fora, mas fiquei salpicado cá dentro, não poderia ter sido melhor... continuo seco, nem as pobres pingas me refrescaram... sinto-me meio morto, neutro, ele parece-me revoltado apenas... APENAS!
Vai chover, não vou tremer, ele parece-me sair precisa de descomprimir... avista-se a levitação sem tirar os pés do chão...
O que esta a acontecer? ainda não é o fim do mundo, mas os primeiros pilares já cedem... que mais aí vem? não sei, apenas torturo a mente, tento ver se ela sente... se ela sentir pergunto-me a mim próprio se tenho motivos para sorrir! poderia ser muita coisa, mas não o sou, nasci e já vivi vinte anos, fui deitado ao chão e dividiram-me em dois... o falado e o acomodado... parece simples.
A memoria não me falha, foram algumas as vezes, em que para chegar aqui demorei muito, mas muito mesmo... culpa dele. Outras vezes fui frontal, não fatal. muitas vezes indirecto mas discreto. É bom perceber quase tudo e ver que alguns não percebem nada. Não me sinto mal, mas bem também não... como me sinto? capaz de lidar com a gente do costume, sem estravagar... OH NÃO! IMPEDE-ME! eu já não digo nada, vejo de dentro para fora, há quem me conheça eu sei disso, há quem pense que me conhece, mas só fala contigo, por isso, força, usa, abusa e manda fora.
Sinistro é ouvir de lado, "que estranho que ele é... quando o "ele" já pensou primeiro "ingénuo", acontece "n" e "n" vezes... aqueles que pensam em avaliar quando já o foram..." não tive o melhor, nem o pior dia... foi zen... deu apenas para reparar em algumas coisas, estas quais ficam no ar! vim cá para fora, fiquei como gosto! calado, depois dei as honras da casa a ele, lá animou o que havia ou não para animar, mas não muito.
Choveu lá fora, mas fiquei salpicado cá dentro, não poderia ter sido melhor... continuo seco, nem as pobres pingas me refrescaram... sinto-me meio morto, neutro, ele parece-me revoltado apenas... APENAS!
Vai chover, não vou tremer, ele parece-me sair precisa de descomprimir... avista-se a levitação sem tirar os pés do chão...
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