Dia 11/02/2011

Parece cada vez mais que o “Perfeito” não é perfeito para a perfeita… Afinal as coisas na perfeição não tinham graça.

A verdade é que ninguém vê as coisas perfeitas, e comete o erro de as imaginar! Porque o que é perfeito cansa… farta. Eu “farto” de ser o perfeito da psicologia. Não o somos, nem pouco mais ou menos. Ele vê, tira as suas conclusões, diz sim ou não, se lhe transmitir confiança, eu dou a cara por ele! Aconselho, apoio, ajudo, gosto e estou lá. Depois ambos depositam toda a confiança no que acham que têm, e terminam este processo com algo superior ao acima citado. Acabamos a amar a ilusão e a viver o sonho falso! Chegamos em segundo lugar a meta, e o prémio ingrato que recebemos é um “Obrigado pela sua participação” o vencedor é alguma coisa que não nos diz respeito. De longe por em causa a nossa participação! Não foi nenhum acidente, ao contrário do que possa parecer no que esta aqui escrito, mas sem a vitória e a taça as coisa mudam, de fantástico a simplesmente bom.

Acontece aos perfeitos…

Agora estou entregue ao tempo, e peço a moldura que nos compõem que me carregue até aguentar, deixe o meu irmão fazer o que quer, porque afinal a perfeição é algo insonhável, e visto que as minhas forças para segurar o meu outro estão a acabar, só mês resta desejar boa sorte ao próximo.

Vou para outro “side”, onde a perfeição existe e reina, onde os parágrafos têm fim…

Assim ELE usa e abusa…

Vamos continuar a ser o somos, para nós o três vai continuar tudo como têm sido até agora… só que agora quero…

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